EU SOU, VERDADE, CAMINHO, E TRANSFOMAÇÃO
Sou o vento,
Solto e indiscreto a bailar
És o pássaro
Um pássaro medroso com medo de voar
Sou o pensamento
Que flui e flui para buscar
És a ciência
Que fragmenta o pensamento na sede de verificar
Sou a essência,
Sem forma, livre e sem dor
És a aparência
Estagnada no pragmatismo da cor
Sou o tempo
Sem começo e sem finalizar
És o relógio
Que gira em meio dia sem espaço pra pensar
Sou a liberdade,
E fluo para o ilmitado
És escravo
Aprisionado nos laços do moralismo incauto
Sou a coisa
Que afaga o teu âmago, mexe com tuas entranhas
És o sono
Que insensível se acomoda em fingimentos e manhas
Sou a voz te profeciando, em cada canto a ecoar
És o medo
E nada ouve para não mudar.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
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